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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Medicamentos Pediátricos mais seguros: Muitos remédios usados por crianças não são comprovadamente seguros para elas, mas nova lei americana ajudará a mudar isso

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Lauren Burke (Getty Images)

Quando um pediatra receita medicamentos para crianças os pais geralmente supõem que foram testados e se mostraram seguros e eficazes. Mas apenas metade dos remédios receitados para pacientes de até 18 anos passou pelos mesmos testes rigorosos que os fármacos para adultos. A outra metade é dada fora da bula – ou seja, em circunstâncias que nunca foram adequadamente avaliadas, colocando crianças em risco de overdose, efeitos colaterais e problemas de saúde de longo prazo. Em recém-nascidos, esse número aumenta para 90%. Em julho, o Congresso americano deu nova autoridade à Food and Drug Administration (FDA) para compelir empresas a testar seus produtos pediátricos. A lei deveria melhorar a situação, mas tem lacunas preocupantes.

Como biólogos começaram a perceber, o metabolismo de medicamentos é um dos muitos aspectos em que crianças não são simplesmente como adultos em miniatura. Quando médicos reduzem uma dose adulta para se adequar ao peso ou à área corporal de uma criança o resultado pode ser ineficaz ou nocivo. Como crianças têm fígado e rins imaturos, até uma dose aparentemente pequena pode se acumular rapidamente no organismo. Conforme as crianças amadurecem, seus órgãos podem se desenvolver mais rapidamente que o restante do corpo, o que levaria a doses desproporcionalmente maiores de medicamentos. Alguns testes clínicos pediátricos recentes, por exemplo, descobriram que o remédio de asma albuterol não funciona em crianças de até 4 anos quando inalado. Já o anticonvulsivo gabapentina (Neurotin) requer doses além das esperadas para crianças com menos de 5 anos.

A razão de empresas farmacêuticas negligenciarem seus clientes mais jovens é simples: as crianças compõem uma pequena fração dos usuários de medicamentos. Por isso, desenvolver novos fármacos para elas, de uma perspectiva comercial, raramente vale a pena, porque testes pediátricos são especialmente caros e complexos – em parte devido à dificuldade de encontrar voluntários suficientes.

O Congresso começou a abordar o tema em 1997, e sua última legislação, conhecida como Safety and Innovation Act, da FDA, reforça seu trabalho anterior. A lei requer estudos pediátricos para certas drogas e dá incentivos para testar outras, como extensão de patentes de seis meses. Além disso, melhora a transparência de dados e toma providências especiais para recém-nascidos. A Academia Americana de Pediatria elogiou a lei: “Ela garante que as crianças terão lugar permanente nas decisões sobre pesquisa e desenvolvimento de medicamentos”.
Mesmo assim, muitas crianças estão vulneráveis. A legislação faz pouco por jovens com câncer, que dependem muito de medicamentos não documentados, por exemplo. Este ano a Genentech recebeu aprovação da FDA para o remédio contra câncer de pele, o vismodegib, que intervém no mesmo processo molecular que se acredita estar envolvido em tumores cerebrais infantis, mas a empresa não tinha obrigação de testar o medicamento em pacientes mais jovens. O Congresso precisa reparar essa vulnerabilidade e, nesse intervalo, a FDA deveria continuar a trabalhar de perto com empresas farmacêuticas e oncologistas pediátricos para encontrar novas maneiras de identificar e testar fármacos promissores em crianças.

Outro problema é que os médicos estão “no escuro” em relação aos efeitos de longo prazo de drogas pediátricas. Jovens tomam medicamentos para asma, diabetes, artrite e muitas outras doenças crônicas, mas raramente os efeitos colaterais deles são registrados e acompanhados. Em seu relatório “Medicamentos seguros e eficazes para crianças”, de fevereiro, o Instituto de Medicina recomendou que a FDA usasse mais sua autoridade para exigir que estudos de segurança de longo prazo sejam necessários para aprovar um produto de uso pediátrico.

Considerando esses fatos, o Safety and Innovation Act é uma conquista importante: medicamentos para crianças são mais seguros atualmente que em qualquer momento da história, e muitos médicos e defensores da saúde infantil ficaram tão animados com a aprovação da lei que estão relutantes em falar sobre o que ainda deve ser feito. Mas agora não é hora de diminuir nosso impulso de tornar os medicamentos mais seguros.  Esperamos que essa vitória legislativa leve a novas conquistas.
Fonte: Scientific American Brasil - Disponível em http://www2.uol.com.br/sciam/artigos/medicamentos_pediatricos_mais_seguros.html (acessado em 18 de Dezembro de 2013, às 08h)


domingo, 4 de setembro de 2011

DOSE CERTA ALEGRIA SEMPRE


Com o lema DOSE CERTA ALEGRIA SEMPRE, o GRUPO DOSE DE ALEGRIA  mais uma vez cumpriu o seu papel social.


No dia 03 de Setembro de 2011, sábado, o DOSE DE ALEGRIA invadiu os alojamentos e enfermarias da maternidade do HAM (Hospital Agamenon Magalhães) no Recife. De forma lúdica, descontraída e alegre, o GRUPO que teve o apoio dos funcionários, informou sobre a maneira correta de armazenar medicamentos em casa e a importância de sempre mantê-lo na caixa de origem. Com algumas brincadeiras e uma conversa bem leve, conseguimos arrancar  vários sorrisos e gargalhadas das mães e de seus acompanhantes que se sentem deprimidas por ainda permanecerem hospitalizadas, longe do conforto de casa e do seio familiar. É desta forma, sempre preocupados de passar a informação correta, porém, ser perder a piada que atuamos dentro e fora do hospital.

Trabalhamos de forma simples, com poucos acessórios, mas alegria e informação, temos de montão. Nossas amigas enfermeiras plantonistas também entraram na brincadeira preparando um penteado mais descontraído em nossa companheira de DOSE DE ALEGRIA. Agradecemos este carinho e apoio que nos foi ofertado nesta belíssima manhã de diversão. Ah... logo mais tem os depoimentos delas, obrigado meninas, sem vocês por perto, também não teríamos conseguido realizar nossos trabalhos na maternidade.

Com um trabalho de cunho social dentro da maternidade do HAM, a equipe de "palhaços farmacêuticos" que ainda estão na graduação, ensina  um pouco do que aprende na Universidade e também adquiri conhecimentos com as mães, acompanhantes e funcionários presentes no hospital. Munidos de instrumento essencial para apresentação, o GRUPO se veste de caixa de remédio, confeccionado pelo próprio grupo de estudantes. Você quer ganhar um abraço DOSE DE ALEGRIA também!?!


GRUPDOSE DE ALEGRIA recebeu o apoio incondicional da equipe de enfermeiras da Maternidade do Hospital Agamenon Magalhães antes, durante e depois de nossas visitas surpresas aos alojamentos coletivos do hospital.

Com a frase DOSCERTA ALEGRISEMPRE, explicamos sobre o uso de medicamentos durante a gestação e na lactação, bem como, da importância de informar ao médico antes de iniciar algum tratamento com remédios se estiver amamentando ou grávida, pois o seu uso sem os devidos cuidados e acompanhamento de um profissional de saúde, pode acarretar sérios problemas no desenvolvimento de embriões e fetos, além de problemas na saúde da própria mãe.

A "caixa visitante" às vezes precisa revesar com os seus companheiros de equipe,às vezes senta ou procura uma posição confortável para brincar, conversar e distrair mães e acompanhantes presentes na maternidade. 


É o  GRUPDOSE DE ALEGRIA fazendo o diferencial no HAM em Recife. Parabéns à equipe do DOSE por mais uma vez marcar presença na Maternidade do Hospital Agamenon Magalhães e à equipe de profissionais que nos deram a maior força para realizar este trabalho lúdico e diferente com as pacientes. Parabéns e  mais uma vez o nosso muito OBRIGADO

Nos próximos dias divulgaremos a parte restante das fotos e alguns vídeos com depoimentos de funcionários e companhias de quarto e o "making off" das visitas realizadas durante a manhã de sábado, dia 03 de Setembro.


























Lembrem-se: DOSCERTA ALEGRISEMPRE